I – A IGREJA COMO INSTITUIÇÃO DIVINA
1. Foi idealizada pelo Pai, na eternidade. Isto está subentendido na simbologia e nas profecias do Antigo Testamento. Exemplos: Gênesis, capítulo 24; Salmo 45; Isaías 54.1-4.
2. Foi fundada pelo Filho, através de sua obra redentora – Mateus 16.18.
3. É conduzida pelo Espírito Santo – João 14.16-18; 16.7-14.
4. A razão de sua existência é promover o Reino de Deus na Terra – At 1.8; Ef 1.3-12.
Problemas do livro “Igreja Orgânica”:
1. Pela maneira como as coisas estão expostas, a Igreja esteve falida até que o autor fez umas descobertas revolucionárias – Ver páginas 13, 14, 17, 29, 130, 131.
2. No entanto, outras declarações dele próprio, mostram que não é assim – Ver páginas 21, 211, 268.
II – A IGREJA COMO UM ORGANISMO VIVO
1. Os que, realmente, fazem parte dela, constituem um só corpo, do qual Jesus é a cabeça – I Co 10.17; 12.13; Ef 1.22.
2. O processo de geração de uma pessoa para fazer parte do Corpo de Cristo começa com a ação da Palavra de Deus nela – Rm 10.17; Tg 1.18.
3. Através da ação da própria Palavra, o Espírito Santo conduz a pessoa até batizá-la, imergi-la, encaixá-la, no Corpo de Cristo. A isso se chama conversão. Jo 3.5-8; I Co 12.13.
4. O batismo em águas, ministrado por uma pessoa a quem um grupo de igrejas tenha investido de autoridade para tal, é a confirmação e o testemunho do primeiro batismo (conversão) – Mt 28.19, 20; At 2.41; 8.38; 10.47, 48; 16.15.
5. Uma pessoa, a partir de sua conversão está salva. No entanto, ela pode voltar atrás, antes ou depois de seu batismo em águas, exercendo o seu livre arbítrio. Como o batismo não é para a salvação, é bom que ele aconteça com a pessoa estando bem consciente do que está fazendo. Daí a conveniência de ele ser ministrado após a pessoa receber instruções básicas acerca da fé cristã.
Observação: Os primeiros cristãos (Pentecostes, o eunuco, e outros) eram batizados imediatamente porque eram judeus. Portanto, eram bons conhecedores da Palavra de Deus.
6. A importância de o batismo ser ministrado por alguém investido de autoridade para tal, fica mais clara com a análise dos sub-tópicos 6 e 7 do tópico seguinte. Que fique claro, desde já, que todo cristão pode e deve dar testemunho de sua fé em Jesus, mas que nem todos estão aptos para ensinar – At 18.24-26; I Tm 3.1-7; II Tm 2.2.
7. O batismo no Espírito Santo, ministrado pelo Senhor Jesus, é extremamente desejável mas, por questões de fé, não alcança 100% dos cristãos – At 2.1-4; 8.15-17; 10.44-46;19.6.
Problemas do livro “Igreja Orgânica”
Os problemas, aqui, estão mais relacionados com a repulsa que o autor tem a qualquer tipo de “controle de qualidade” que se queira ter em relação aos novos crentes, resultando na defesa da idéia de que qualquer um pode iniciar uma nova igreja e qualquer pessoa que levar outra à conversão pode batizá-la. Isso ficará melhor esclarecido ao final do próximo tópico.
III – O VÍNCULO INDISSOLÚVEL ENTRE A IGREJA E A BÍBLIA
1. A conversão de cada um de seus membros vem pelo ouvi-la e aceitá-la
(Ver sub-tópico 2 do tópico anterior).
2. É ela que alimenta espiritualmente as pessoas que a compõem – Mt 4.4.
3. O modo de viver cristão é estabelecido, basicamente, por ela.
4. Cada cristão deve crescer no conhecimento dela – II Pe 3.18.
5. Desde o início de sua história, a Igreja vem sendo atacada por pessoas mal-intencionadas que distorcem os ensinamentos bíblicos (hereges)- At 15.1,2; 20.29-32; Gl 1.6-9; II Tm 3.10-14; Tt 1.10; II Pe 2.1-3; Jd 4-19; Ap 1.14, 20, etc, etc, etc.
6. Os hereges costumam utilizar a interpretação errônea da Bíblia (existem princípios próprios para a interpretação da Palavra de Deus), o uso de textos fora do contexto, e outras táticas para enganar os incautos II Pe 3.15-17.
7. Quanto mais novo em sua fé, mais vulnerável é um cristão. Daí, a necessidade de crentes maduros e bem preparados para instruí-lo acerca da Palavra de Deus. Foi para promover a o crescimento contínuo e sadio de suas ovelhas que Jesus deu “uns para mestres” – Ef 4.8-16.
Problemas do livro “Igreja Orgânica”
1. Revolta contra todo o tipo de “controle” sobre o conteúdo do que é ensinado aos novos crentes – Páginas 80, 81, 88, 139, 157, 171, 176, 179, 194.
2. Forte defesa da idéia de que qualquer cristão pode discipular e batizar outro – 152, 195, 201, 261.
3. Contradição: em outras passagens, o autor, direta ou indiretamente, fala dos cuidados que Jesus teve ao formar os primeiros discipuladores e da necessidade de zelar pela genuina fé – Páginas 72, 83, 142, 154, 156, 161, 166, 167, 201 (!), 216, 237.
IV – AS IGREJAS LOCAIS, EXISTÊNCIA, IMPORTÂNCIA E INTERLIGAÇÕES
1. A Bíblia mostra a existência de igrejas locais, mais ou menos numerosas, no livro de Atos, nas epístolas e no Apocalipse. Algumas igrejas locais eram constituídas de todos os crentes de uma cidade. Ex Cl 4.16.
2. Mesmo não dispondo de templos, as igrejas locais se reuniam para a celebração da Ceia do Senhor e para outros tipos de assembléias. At 6.1, 2; 20.7.
3. A Igreja Universal é o somatório das igrejas locais. Portanto, é nessas que se manifesta a interdependência entre os membros do Corpo, é dentro delas que se aprende o exercício da verdadeira comunhão e do amor cristão, se exercitam dons e talentos, etc. Ver I Coríntios, capítulos 12 a 14.
4. É no seio das igrejas locais que se devem expressar os dons ministeriais (Efésios 4.8-16), os dons do Espírito Santo (I Coríntios 12 e 14 e os dons auxiliares (Romanos 12.6-8).
5. Igrejas locais são instrumentos de Deus para manifestar sua glória e abençoar a região onde estejam inseridas e até locais mais distantes.
Cl 1.1-10; Ef 1.12-14.
6. Para disseminar a Palavra de Deus, as igrejas devem fazer uso de todos os meios disponíveis. I Co 9.22.
7. Desde os seus primórdios, as igrejas contam com a liderança de presbíteros, bispos e diáconos – Fp 1.1; Tt 1.5
8. A Palavra de Deus manda que os líderes sejam bem reconhecidos e obedecidos – I Ts 5.12-13; Hb 13.7, 17.
9. A existência de apóstolos e presbíteros pressupõe um conjunto de igrejas debaixo de uma mesma liderança – II Co 8.1, 2.
10. Igrejas locais se uniam, e ainda se unem, para realizar projetos que, sozinhas, não poderiam empreender. Foi assim que o Evangelho ultrapassou fronteiras nacionais e até os continentes. Não se pode negar nem desprezar a bonita história que as associações de igrejas e as denominações têm realizado ao longo dos últimos dois mil anos. Se estamos aqui hoje, devemos isso àqueles que nos antecederam – II Co 11.8.
Problemas do livro “Igreja Orgânica”
1. Ignora tudo o que as denominações fizeram até agora. Ignora até o fato de que o autor é fruto delas – 22, 162, 182, 211.
2. Execra todo e qualquer tipo de evangelização que não seja o “pessoa a pessoa” – 54, 208.
3. Abomina o tipo de culto que é realizado nas igrejas dos dias atuais _ Página 20.
4. Dá razão às pessoas que se recusam a servir a Jesus numa igreja local – Páginas 13, 14.
5. Às vezes diz que não, mas condena a edificação de templos e o uso de meios diversos para a evangelização – Páginas 65, 66, 68.
6. Para defender o tipo de evangelização que pretende promover, chega a usar Palavra de Deus de maneira bem inadequada – Página 85, 102, 103, 104, 106 a 108, 233.
7. A “pérola” – Página 219.
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