É sempre bom estar consciente da inesgotável fonte de cura mencionado por Isaías, no capítulo 53 do seu livro: “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (verso 5). É claro que essa “fonte saradora” flui para abençoar todo o nosso ser, principalmente o nosso ser interior. Daí a referência às nossas transgressões e iniquidades, em primeiro lugar.
Gosto muito de saber que, através do sacrifício de Jesus, Deus perdoa os pecados que eu cometi. Aceitar que Ele perdoe os das outras pessoas é que não é fácil.
Numa de minhas primeiras viagens aos Estados Unidos, fui procurado por um pastor que foi excluído da comunhão e destituído do pastorado, em pleno culto de Ceia, na frente da igreja que dirigia. O mais grave é que ele passou por tudo isso, com base em acusações das quais não teve a oportunidade de defender-se. Mesmo assim, ele aceitou a disciplina, passou a frequentar a mesma igreja como um membro comum, e ficou à espera de uma chance de ser reintegrado à comunhão. Mas o seu líder o considerava como um caso perdido e nem cogitava de reintegrá-lo. Foi então que ele nos procurou. O homem chorava como criança. Sua preocupação maior era com seus filhos que jamais poderiam compreender o que se passava. Dispus-me a ajudar aquele o companheiro e, para isso, levei uma comissão de pastores para ouvir sua defesa. Quando o líder dele soube de minha intenção, ficou bravo comigo. Argumentei que nem no mundo dos homens comuns se pune alguém sem dar-lhe a chance de defender-se. Mas o homem não queria conversa. Tanto que ficou sem falar comigo durante muito tempo. Ajudei o obreiro que havia sido excluído. Levando em conta o tempo em que ele já estava sob disciplina, recebi-o na comunhão de nossa igreja. Com mais algum tempo, dei a ele o respaldo de que necessitava para voltar a exercer o pastorado. Seus filhos ficaram firmes na igreja. Dois se tornaram pastores e duas filhas são esposas de pastores, tudo nos Estados Unidos da América. E, para fechar com chave de ouro, o algoz e a vítima se reconciliaram e hoje são amigos. Está todo mundo curado!
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