I. Nossas particularidades
1. Somos uma mistura de gente vinda de todas as partes do Brasil.
2. Vivemos numa cidade muito importante para o país.
3. Brasília sempre foi vista como “cidade mística”.
4. Somos visitados por nossos familiares que vêm de todos os lados.
5. Somos visitados por gente que vem de toda a parte para resolver seus problemas pessoais ou de coletividade.
6. Vivemos numa cidade que, por ter a maior renda percapita do País, é tendente a ser comunista materialista e depravada.
7. Vivemos numa cidade planejada.
II. Nossos desafios
1. Contribuir para mudar a impressão de que somos um povo arrogante e indiferente, muitas vezes divulgada por nós mesmos.
2. Influenciar, positivamente, a condição espiritual da cidade.
a. Divulgar a Palavra de Deus, pelo testemunho oral e pela vida prática.
b. Dar cobertura intercessória ao lugar como um todo e às autoridades em particular.
3. “Contagiar”, no bom sentido, os que passam por aqui.
a. Nossos parentes e amigos.
b. As pessoas que não conhecemos.
4. Tornar positivos os aspectos da cidade que podem ser negativos (solidão, dificuldade de deslocamento, misticismo, etc) e reverter os que são, de fato negativos (depravação, desagregação familiar, etc) para levar as pessoas a Cristo.
III. Ferramentas e estratégias sugeridas
1. Mais sociabilidade, mais comunicabilidade, mais disposição para acolher (sorrisos, prestatividade, caronas, convites para festas familiares) – Fp 4.4; Lc 14.12-14; I Co 10.27; Hb 13.6.
2. Cultos nos lares, em caráter esporádico ou regular – At 10.24.
3. Cultos nas repartições de trabalho – Ap 3.8.
4. Mais intercessão pela cidade, de caráter pessoal ou coletivo – Jr 29.7; Sl 111.6, 7.
5. Uso mais intenso e mais planejado da literatura evangelística e dos outros meios de comunicação (rádio, TV, internet) – I Co 9.22.
6. Pensar objetivamente em evangelizar as pessoas que passam por aqui (trazê-las ao templo, dar-lhes algum “souvenir” com temas evangelísticos, etc).
7. Prestar mais atenção aos problemas dos vizinhos, colegas de trabalho e amigos, esforçando-nos para levá-los aos pés de Quem, realmente, pode ajudá-los – Mt 11.28, 29; Lc 5.17-20.
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