I. Introdução
O termo hebraico “qadôsh”, santo, qualifica aquilo que é intrinsecamente sagrado ou que foi admitido no âmbito do sagrado por meio de rito divino ou de ato que é comum ou profano. (dicionário internacional de Teologia do Antigo Testamento, pg. 1323).
II. As ideias básicas contidas em nossa santificação
1. Designação soberana de Deus, no caso de animais ou coisas; Exemplo: o tabernáculo e seus utensílios – Ex 40.1-9;
2. Submissão voluntária, no caso de pessoas. Exemplo: O povo de Israel, em geral (Lv 11.44), os sacerdotes (Nm 16.5), os nazireus (Nm 6.1-5);
3. Separação de tudo o que contamina – Is 52.11;
4. Serviço para Deus – Ex 19.6.
III. Nossa santificação pessoal
1. Precisamos ser santos no espírito, na alma e no corpo – I Ts 5.23, Sl 103.1;
2. Nossa mente deve ser santificada – Fp 4.8;
3. Nosso falar deve ser puro – Is 6:5-7, Cl 3.8,9, Ef 4.31;
4. Nossas mãos devem ser santas – I Tm 2.8;
5. Nosso corpo deve ser isento de impurezas sexuais – I Co 6.12-20;
6. Nosso tempo, nossas finanças, enfim todos os talentos a nós confiados precisam ser administrados para a glória de Deus – Rm 14.7-12;
7. O serviço para Deus é o complemento da santificação – Sl 100, Tt 2.11-14.
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