Brasília, 22 de junho de 2008.
Não é novidade para ninguém que a instituição familiar está sofrendo um ataque terrível, intenso e contínuo.
Muitos atacam a família de maneira declarada. Debocham do casamento, falam abertamente contra a fidelidade conjugal, procuram mostrar que este ou aquele tipo de relacionamento afetivo/físico é melhor do que comprometer-se com uma única pessoa e do sexo oposto, para constituir e manter uma família.
Mas há ataques que são mais sutis, mais sofisticados. Tais ataques geralmente vêm em novelas, filmes, canções e no comportamento de pessoas famosas que não falam contra a instituição familiar, mas vivem de maneira completamente oposta à de quem, verdadeiramente a valoriza.
Há quem combata a família como se a estivesse defendendo. Uma situação clássica dessa natureza é a defesa do relacionamento homossexual, à guisa de promover o amor entre as pessoas, às vezes até os apontando como sendo relacionamentos exemplares. Ora, quem instituiu a família foi Deus e ninguém tem mais autoridade do que Ele para dizer o que é, de fato, uma família. Para o Deus verdadeiro, o Deus da Bíblia, homem relacionar-se com homem, como se fosse mulher, é uma aberração (Lv 18.22). Igualmente a Bíblia rejeita o relacionamento homossexual feminino (Rm 1.26, 27). Basta observar que, ao criar os primeiros seres humanos ele fez um homem e uma mulher “e Deus os abençoou, e Deus lhes disse: frutificai, e multiplicai-vos e enchei a terra…” (Gn 1.27, 28). Além de completamente esdrúxula, a união homossexual é estéril!
Existem outras coisas, socialmente aceitas hodiernamente, que são nocivas à família. A prática do “ficar”, por exemplo, é uma delas. Essa prática conspira contra a fidelidade conjugal, algo que é fundamental para a estabilidade e consistência de uma família. Os jovens que adotam tal estilo de vida perdem a oportunidade de “treinar” já na fase do namoro. Pior, já estão sendo treinados na prática da infidelidade.
Praticar sexo antes do casamento, mesmo com a (o) namorada (o) ou noiva (o) é nocivo ao casamento. O corpo de um homem ou de uma mulher só pode ser explorado na intimidade por alguém que com ele (a) esteja comprometido (a) pelos laços indissolúveis do casamento. Namoro não é casamento: em princípio é um compromisso mais sério, mas ainda não é casamento. Nunca é demais repetir, quem ama espera.
Não dar a devida atenção a esposa ou ao esposo também é trabalhar contra a instituição familiar. Igualmente não empenhar-se para ser um bom pai ou uma boa mãe, dando aos filhos os cuidados que Deus espera que se lhe dê, é desprezar a família. Em ambos os casos, ao não se valorizar a própria família, está-se desprezando a instituição familiar como um todo.
Família é coisa de Deus. É coisa de um Deus bom e sábio que nos criou e sabe o que é, realmente, bom para nós. Vale a pena todo o esforço em prol da instituição familiar como um todo, e em prol de cada família em particular.
Se você ainda não constituiu sua família, prepare-se o melhor que puder para fazê-lo. Se já está casado (a), valorize sua família, lute por ela, dê a ela o melhor tratamento possível. Como já se costuma dizer, “não há sucesso que compense a perda de uma família”. Às vezes os sacrifícios exigidos são muito grandes. Mas sempre valerá a pena!
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