Brasília, 23 de setembro de 2007.
Houve um tempo em que se difundiu a ideia de que o leite materno não era tão bom para os bebês como o leite em pó. O leite artificial, diziam, era mais puro e mais rico em vitaminas. Claro que a divulgação de tais conceitos interessava e muito, aos fabricantes de leite em pó. Mas uma geração inteira ficou prejudicada, uma vez que, descobriram depois, que o leite materno contém elementos que nenhuma substância pode suprir. E os danos foram irreversíveis.
Houve outro tempo em que a maioria das pessoas acreditou que poupar esforços físicos era ótimo. E todos procuraram aproveitar ao máximo as comodidades que a tecnologia moderna oferece: controle remoto para não ter que se levantar do sofá para mudar os canais da TV ou operar o aparelho de som; escada rolante, elevador, qualquer coisa que poupasse o esforço de ir de um andar do edifício para outro; carro até para ir à padaria da esquina; enfim, reinou absoluta a lei do menor esforço. Até que as pesquisas médicas mostraram que o sedentarismo estava nos matando. Agora, todo mundo está fazendo caminhada, malhando nas academias, aproveitando todas as oportunidades para queimar energias.
O corpo humano é uma máquina muito complexa e nós ainda temos muito o que aprender a respeito dele.
Mas as pessoas são dotadas de uma parte ainda mais complicada: a alma, incluindo nossa mente e nossas emoções. Ela afeta e é afetada pelos relacionamentos que estabelecemos com os nossos semelhantes. Entender a alma é ainda mais difícil do que entender o corpo. Até porque ela é imaterial. Como entender um negócio desses? Equívocos aqui também causam sérios prejuízos.
Não sei quem foi o “iluminado” que espalhou, em outra época, que os bebês deveriam ser isolados da mãe tão logo nascessem. Assim, as maternidades foram providas de berçário onde as crianças recém-nascidas eram “protegidas” do contato com a mãe. Quando descobriram que o afeto, o toque carinhoso, o próprio ato de ouvir a mãe ou qualquer outra pessoa que interagisse com a criança, era fundamental para o desenvolvimento emocional, intelectual e até físico desse ser em desenvolvimento, já outra geração inteira havia sido prejudicada.
Mas ainda há algo mais complexo compondo qualquer ser humano: seu espírito. Aí, meu amigo, só Deus, o nosso Criador, sabe o que realmente é importante, o que é bom, o que é ruim, o que é válido, o que não é. E se quisermos saber o mínimo necessário sobre o assunto, teremos que recorrer ao “manual do Fabricante”, a Bíblia Sagrada. E não adianta querer ignorá-la, muito menos contrariá-la. Tentar fazer isso é de imensa insensatez. Qualquer um pode atrever-se a fazê-lo, mas que vai pagar caro por isso, lá isso vai. E, atenção, os prejuízos podem ser eternos.
Antes que seja tarde demais, parem com esse negócio de dizer que homossexualismo é uma mera questão de opção ou resultado de composição genética. A Bíblia diz que isso é abominável aos olhos de Deus. Se irritarem ao Senhor nesse particular. Ele pode fazer o que está lá em Romanos 1:26, 27: “Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”.
Antes que seja demais, parem de dizer que a prostituição, o adultério e os outros tipos de impureza sexual são meras formas de desfrutar a vida. A Bíblia diz em Gálatas, capítulo5, versos 19 e 21: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro como já antes vos disse que, os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”.
Não adianta dizer que o casamento indissolúvel está ultrapassado e que uma pessoa pode divorcia-se quando e quantas vezes o desejar. A Palavra de Deus registra: “Porque o Senhor de Israel diz que aborrece o repúdio” (Mateus 2:16). Adianta afirmar o contrário?
É melhor confiar em Deus. ele sabe o que é, realmente, bom para nós.
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