Brasília, 11 de fevereiro de 2007.
Eu me lembro de que até à década de 1960 viram-se poucas obras sobre o Apocalipse nas prateleiras das livrarias. Na década de 1970 novos livros desse tipo começaram a aparecer.
A partir daí, o ritmo foi aumentando mais e mais até que, no final do século XX e início do XXI, o número de livros e artigos referentes ao último livro da Bíblia e à Escatologia em geral, aumentou impressionantemente. Hoje em dia, há muitos filmes sendo exibidos nas salas de cinema e na TV, sempre abordando as passagens bíblicas que falam no final dos tempos. É tanto que expressões como “apocalipse”, “apocalíptico” e “final dos tempos” estão bem incorporadas ao linguajar comum.
Lembro-me também que, num dos livros que li na década de 1970, o autor dizia que as coisas mencionadas no Apocalipse iriam sendo compreendidas com mais e mais clareza à medida que o tempo do cumprimento dessas mesmas coisas fosse se aproximando. E é certamente o que está acontecendo.
Imagine, há poucas décadas atrás, como é que a gente poderia entender aquele negócio de todas as pessoas do mundo serem marcadas com um número e suas transações comerciais serem controladas por um governo, tal como mencionado em Apocalipse 13:16, 17? Agora, isso é perfeitamente possível, tecnicamente falando, e já se está atribuindo números às pessoas e controlando tudo o que elas fazem inclusive aquilo que compram e aquilo que vendem!
Lá em Apocalipse 8:7 está a visão da terça parte das árvores do mundo sendo queimadas. Há poucos anos atrás se poderia dizer: “É um estrago grande demais. Não é possível que aconteça”. E não é que aconteceu mesmo?
A poluição das águas do munso está em Apocalipse, que falou dos terríveis acontecimentos do nosso tempo, não. Daniel, e outros profetas do Antigo Testamento, já anunciavam essas coisas. O apóstolo Pedro, já nos dias da Igreja Primitiva, anunciou: “…os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão” (2º epístola, capítulo 3, verso 10). Esses elementos se queimando e se desfazendo, tudo acompanhado de um “grande estrondo”, têm uma similitude impressionante com uma explosão atômica, algo também impensável nos tempos em que o apóstolo escreveu e até muitos séculos depois.
Agora, o maior profeta de todos os tempos se chama Jesus Cristo. Ele anunciou muitas coisas que estão acontecendo em nossos dias. Só para se ter uma ideia, veja o que Ele nos diz em Mateus 24:7: “Porquanto se levantará nação contra nação e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos em vários lugares”. Olha só o que está escrito em Lucas, capítulo 21, versos 25 e 26: “E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo, porquanto os poderes do céu serão abalados”. Não é impressionante?
As previsões bíblicas acerca dos acontecimentos que estão ocorrendo em nossos dias e o seu cabal cumprimento, exigem uma tomada de atitude. Tanto o apóstolo Pedro aborda este aspecto da questão (2º epístola, capítulo 3, versos 11 e 12), como o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Quero terminar estas considerações transcrevendo as palavras d’Ele que estão escritas em Lucas, capítulo 21, verso 28:
“Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima”.
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