Brasília, 10 de maio de 1992.
Você já ouviu falar em fé coletiva? Bom, o exercício individual da fé você já sabe o que é, é ter certeza que determinada coisa vai acontecer quando todas as evidências dizem o contrário, é expor-se a ser chamado de louco, visionário, fanático, etc, pelas demais pessoas que não têm fé. É lutar consigo mesmo, com seu ser natural, em momentos de conflitos íntimos. Sim, perguntaremos: “valerá a pena andar pelo caminho da fé? Será que terei prejuízos por abrir mão de exercer o controle da situação”?
Mas o que é fé coletiva? É a fé exercida em conjunto, por exemplo, quando uma igreja local resolve empreender um trabalho, crendo que vai dar certo quando tudo indica que não vai, seus componentes estão exercitando fé coletiva. Vamos ser mais claros: quando uma igreja local, como a nossa resolve investir em missões transculturais, enfrentando as circunstâncias pelas quais passa o nosso país, deixando de investir em coisas de utilidade mais imediata. Aí os membros e congregados da igreja estão exercendo fé em conjunto, fé coletiva. Sempre teremos que enfrentar a pergunta: “não seria melhor investir noutra coisa, será que isso tem futuro”?
Sempre haverá alternativas no exercício da fé, mas não para quem quer agradar a Deus, quando tudo é fácil, quando se faz óbvio, não há fé. Pelo menos não há a fé descrita em Hebreus capítulo 11.
Igreja da L2, façamos missões com fé!
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