I – FATORES QUE NOS INDUZIRAM AO ERRO
1. O grande respeito que nossos ancestrais tinham pelos missionários pioneiros fez com que os hábitos destes fossem considerados como referências doutrinárias e, assim, imutáveis.
2. O povo brasileiro tinha arraigadas em sua alma, muito mais que os povos nórdicos e os norte-americanos, doutrinas católico-romanas, muito difíceis de serem removidas.
3. Os missionários pioneiros foram muito respeitosos com os hábitos próprios da cultura brasileira, o que, de certa forma, lhes desestimulou o combate a certos hábitos pecaminosos nossos.
4. A Reforma Protestante foi desencadeada por Martinho Lutero, mas ela foi sendo aperfeiçoada e consolidada ao longo do tempo. Temos que admitir que os nossos pioneiros e nossos ancestrais não tinham um sistema doutrinário perfeito.
II – COISAS QUE SÃO ERRÔNEAMENTE CONSIDERADAS COMO CARACTERÍSTICAS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS
1. Mau gosto e aberrações na apresentação pessoal. Os missionários pioneiros se vestiam e se arrumavam de acordo com a moda de seu tempo. Para conferir, basta ver fotos e filmes da época. A moda mudou, mas nós imaginamos que manter a maneira antiga de se apresentar era uma questão doutrinária. Aí mantivemos o coque, os sapatos femininos fechados, as mangas compridas e assim por diante.
2. Excesso de despojamento no uso de joias e adornos que nossos ancestrais não utilizavam por não terem recursos financeiros. A modéstia é recomendável, mas o bom gosto também. Jr 2.32; Ez 16.9-13.
3. O não uso de calça comprida por parte das mulheres. Isso tem a ver com o que foi mencionado no item 1 acima e com a errônea interpretação de Dt 22.5. Pela mesma razão algumas igrejas nossas não admitem que as mulheres usem saias com cintos.
4. Repressão a expressões de alegria no culto, tais como danças, músicas mais ritmadas e até palmas. Isso, provavelmente, decorreu da “importação” do temperamento dos europeus que encaravam nosso jeito de ser intrinsecamente pecaminoso. A “necessidade” de nos diferenciar dos cultos afros também deve ter influenciado. II Sm 6.15-16; Sl 47.1; Sl 150.4.
5. A estruturação e a manutenção de verdadeiros impérios, em que uma igreja sede “reina” sobre muitas dezenas, às vezes centenas de congregações. Isso deve ser herança do Catolicismo Romano.
6. A resistência em se reconhecer o ministério feminino. Isso também deve ser herança do Catolicismo.
7. A insistência em se chamar a Ceia do Senhor de “Santa Ceia”, os apóstolos de São Pedro, São João, São Paulo e assim por diante. Outra herança do Catolicismo.
8. “Exclusão” de irmãos, má compreensão do verdadeiro sentido da Ceia do Senhor, aplicação disfarçada de penitências aos faltosos, valorização excessiva do “clero”, e vários outros ranços do Catolicismo.
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