Brasília, 5 de setembro de 2010.
1. A ação do Espírito Santo nos crentes faz com que eles, individual e coletivamente, deem testemunho de sua fé em Cristo (At 1.8); isso resultará em novas conversões. Os novos conversos procurarão igrejas em que recebem o discipulado e farão com que essas igrejas cresçam numericamente – At 2.37-41; 4.1-4;
2. Pelas razões apontadas no subtópico anterior, uma igreja local não tem nem o direito de não crescer e de não se multiplicar;
3. O crescimento numérico de uma igreja e a geração de novas igrejas sempre acarretam problemas (At 6:1). Contudo, esses problemas fazem parte dos desafios, das oportunidades e do próprio serviço da vida cristã;
4. Um problema próprio de uma igreja numericamente grande: pouca interação entre seus componentes. Estratégia válida para minorar o problema: a existência de pequenos grupos de comunhão e trabalho e o emprenho para que o maior número possível de componentes da igreja participe deles.
5. Um problema próprio de uma igreja que se estabelece e que deseja crescer é o cumprimento de exigências legais. Mas, também, não se pode fugir desse problema – Rm 13.1-8.
(Da série de estudos “A Igreja que devemos e queremos ser”)
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