Brasília, 10 de maio de 2009.
Você se lembra de já ter ouvido falar de Azuba? E de Jecólia? O nome Abi lhe diz alguma coisa? E quanto a Hefzibá? E você sabe quem foi Jedida?
Talvez você não tenha se lembrado de nenhuma das pessoas que mencionei acima. Por outro lado, se eu perguntasse por Jeosafá, Uzias, Ezequias, Manasses e Josias, aí sim, você se lembraria, uma vez que eles foram alguns dos homens mais famosos do reino de Judá. Dentre eles houve um que foi muito mau (Manasses) e os outros foram muito bons. Pois bem: os primeiros nomes que citei são os nomes das mães daqueles reis.
É curioso como a Bíblia, ao falar de um rei, se ele foi bom ou ruim, diz qual o nome da mãe dele. Veja este exemplo: “Era Uzias da idade de dezesseis anos quando começou a reinar, e cinquenta e cinco anos ele reinou em Jerusalém. E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme a tudo o que fizera Amazias seu pai” (II Crônicas 26.3,4).
A impressão que temos é que, se um rei foi espiritualmente bom ou ruim, isso se deveu a criação que recebeu de sua mãe. Com um detalhe: quando um rei agia de acordo com os princípios da Palavra de Deus, a nação toda ia bem. Se, por outro lado, ele se conduzia de maneira contrária aos princípios divinos, todo o seu povo sofria.
É de se esperar que a mãe de um rei exerça alguma influência sobre ele e, consequentemente, sobre sua maneira de governar, seja essa influência boa ou ruim. Veja o que a Bíblia diz de Acazias, um dos reis de Judá: “Era da idade de quarenta e dois anos, quando começou a reinar, e reinou um ano em Jerusalém. E era o nome de sua mãe Atália, filha de Onri.Também este andou nos caminhos da casa de Acabe, porque sua mãe era sua conselheira, para obrar impiamente” (II Crônicas 22.2,3).
Contudo, a maior influência que uma mulher pode exercer sobre um filho não é direta. É uma influência que acompanha um homem, mesmo quando sua mãe está muito distante e mesmo depois que ela morre: é a influência da criação que ela lhe dá. Ainda que essa mulher não entenda nada de didática formal, e ainda que seja analfabeta. O jeito de ela lidar com seu filho, o próprio jeito de ser dessa mulher, marcará o filho pelo resto da vida. Não é sempre que uma pessoa, homem ou mulher, se dá conta do quanto sua mãe a influência. Mas que influencia, influencia.
Graças a Deus pelas mulheres que são verdadeiros anjos de Deus, conduzindo os filhos pelo bom caminho. As bênçãos que elas veiculam de Deus para este mundo, afetam positivamente a geração de seus filhos e as gerações subsequentes.
São muito verdadeiras as palavras já ditas por alguém: “A mão que embala o berço é a mão que rege o mundo”!
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