Brasília, 22 de julho de 2007.
“Então apregoei ali um jejum ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face do nosso Deus, para lhe pedirmos caminho direito para nós, e para nossos filhos, e para toda a nossa família”. (Esdras 8.21)
Os judeus que voltaram do cativeiro babilônico estavam conscientes da grande responsabilidade que tinham sobre os ombros. Afinal, eles estavam indo para reconstruir, não apenas a cidade de Jerusalém, mas toda uma nação. Grande responsabilidade, grandes perigos. Foi por isso que o líder, Esdras, convocou seus companheiros de reconstrução para um período de oração e jejum. Eles tinham bens materiais para zelar, mas o mais importante era cuidar deles mesmos, os chefes das famílias, e de seus filhos. Os valores humanos sempre foram e são muito mais importantes do que os bens materiais.
Hoje, como componentes da Igreja, o Corpo de Cristo, temos a responsabilidade de reconstruir mais do que uma nação. Segundo o que está escrito em Efésios 1:10, o propósito de Deus é o de “…tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus, como as que estão na terra”. Mais adiante, fica definido qual é o nosso papel nisso: “Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus” (capítulo 3, verso 10).
É claro que nossa responsabilidade é muito maior do que as de Esdras e seus contemporâneos. Por isso, mais do que nunca, temos que cuidar de nós mesmos e dos nossos filhos.
Recentemente, recebemos em nossa igreja a visita do pastor Cláudio Rufino, obreiro da Assembleia de Deus de Campo Grande, RJ. Sua estada aqui fazia parte da cruzada que ele está movendo contra a pornografia, um mal que está causando grande prejuízo à sociedade humana em geral e ao povo brasileiro em particular. Ele trouxe consigo farta literatura a respeito do assunto, inclusive o livro “Batalha Contra a Pornografia”, de sua autoria.
É muito interessante constatar que a revista VEJA da semana que passou, tem como reportagem de capa uma matéria sobre os perigos da Internet, apontando como um dos maiores, a pornografia. Vale a pena ler esse artigo e um outro, contíguo a ele, chamado: “As Babás Eletrônicas”, em que são apresentados alguns recursos eletrônicos que limitam a navegação por sites impróprios.
Na página 26 do livro “Batalha Contra Pornografia” está escrito: “Hoje em dia, são muitos os meios pelos quais os pedófilos conhecem suas possíveis vítimas”. Neste contexto, uma forte aliada dos pedófilos é a Internet. Atualmente, existem mais de seis mil sites comerciais de pedofilia, onde uma foto de criança sendo violentada sexualmente pode valer US$ 100, e uma filmagem, até US$ 1 mil.
Na página 88 da edição número 2017 da revista VEJA, tem-se este parecer de uma psicóloga: “largar uma criança pequena sozinha na internet é mais perigoso do que deixá-la sozinha na Praça da Sé, no centro de São Paulo. Na rua, ela sabe que corre o risco de ser assaltada ou sequestrada e fica mais atenta. No computador ela se sente segura porque está em casa”.
É tempo de buscar a Deus e de ser muito cuidadoso, cada um consigo mesmo e com seus filhos, caso os tenha.
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