Brasília, 15 de maio de 2005.
Em João 17.21 Jesus expressa sua preocupação com a união entre os seus seguidores, pedindo o seguinte ao Pai: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”.
Percebemos, na oração de nosso Mestre, que a união entre nós é muito importante. Aliás, ela é essencial. Vê-se que, sem ela, a mensagem do Evangelho não causa o necessário impacto no mundo.
Por outro lado, a unidade cristã não elimina as nossas individualidades. O parâmetro é a própria Divindade: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti”. O Pai é uma pessoa. O Filho é outra pessoa, mas união entre eles é tão grande que só há um Deus.
As pessoas divinas são perfeitas. Os seres humanos, mesmo convertidos a Cristo, são imperfeitos. A união ou a unidade entre nós só pode acontecer se houver muita força de vontade, tolerância e respeito. É difícil. Custa caro, mas é necessário. E vale a pena.
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