Brasília, 10 de março de 2002.
“Não extingais o Espírito” (I Ts 5:19)
É proibido utilizar o extintor de incêndio. Neste caso, o incêndio, o fogo, é o Espírito Santo.
Cada cristão deve ser uma “tocha viva”. Através de nós, o Espírito Santo de Deus deve se manifestar ao mundo iluminando, consumindo o mal, afastando as “feras”, desfazendo a “frieza” espiritual.
O fogo do Espírito Santo em nós é a energia que nos move a evangelizar. Faz as nossas orações fervorosas (ferventes). Faz os nossos corações ardentes (incendiados) de amor. Faz a nossa fé brilhar como ouro povoado no cadinho.
Quando os crentes oravam no cenáculo, em Jerusalém, em Jerusalém, “foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, às quais pousaram sobre cada um deles” (At 2:3). A oração alimenta o fogo.
Quando Jesus falava com os discípulos, no caminho de Emaús, seus corações ardiam (Lc 24:32). A Palavra de Deus alimenta o fogo.
O apóstolo Paulo nos exorta a que não deixemos que o fogo do Espírito Santo se apague em nossas vidas. Se deixarmos de orar, o fogo se apaga. Se negligenciarmos a leitura e a meditação na Palavra de Deus, o fogo se apaga. Se dermos lugar ao pecado em nosso coração, o Espírito Santo se vai. O fogo se apaga. Não permita que isso aconteça com você.
Não deixe o fogo do Espírito Santo se apagar!
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