Brasília, 08 de agosto de 1999.
O pastor de uma igreja muito conhecida e bem conceituada aqui no Plano Piloto de Brasília viveu recentemente uma experiência extraordinária e que nos interessa muito.
Na igreja coirmã, também pentecostal, foi recebida como membro, há cerca de três anos, uma pessoa a que se dizia muito decepcionada com a liderança da igreja onde estava vindo. O pastor e a igreja receberam aquela pessoa com muito carinho e procuraram fazer com que ela se integrasse, o mais rápido possível, e o melhor possível, na comunidade.
Passado algum tempo coisas estranhas começaram a acontecer na igreja. Focos de tensão surgiram entre os obreiros. Entre os demais membros da igreja tentativas de se criarem cisões e de se promoverem escândalos e outras coisas dessa natureza.
Para culminar, o pastor recebeu uma carta, anônima, extremamente agressiva. O autor da carta mostrava conhecimento, minucioso, de tudo o que se passava na igreja. Acusava o pastor por ser o responsável por todas as dificuldades, reais ou imaginarias, pelas quais a igreja estaria passando. Dizia que ele não tinha a mínima condição de continuar pastoreando a igreja.
O pastor, após receber mais duas cartas anônimas, resolveu mandar fazer um rastreamento nas linhas telefônicas da igreja, desconfiando de que poderiam estar “grampeadas”, e decidiu chamar a polícia para investigar o caso.
Uma quarta carta anônima foi enviada ao pastor e, nela, a pessoa dizia saber da decisão dele de chamar a polícia. Disse também que tinha recebido ordens superiores para interromper suas atividades naquela igreja. Declarava pertencer a uma igreja satanista, na cidade de são Paulo, e que fora especialmente enviada para se infiltrar e prejudicar aquela igreja evangélica aqui na capital federal. Disse também que há emissários da mesma organização satanista infiltrados em várias igrejas evangélicas. Inclusive aqui em Brasília. Assumiu a responsabilidade por problemas e escândalos que envolveram igrejas em nossa cidade. Disse que eles dispõem de recursos de alta tecnologia para desempenho de sua sinistra missão e que exploram a maledicência, a murmuração, promovem armadilhas para apanhar os pastores em falhas morais e que exploram todas as oportunidades que surgirem para tentar desestabilizar as igrejas cristãs.
Estamos trazendo este fato ao conhecimento da igreja porque, naturalmente, nós também estamos sujeitos a passar pela mesma experiência. Não que tenhamos medo dos inimigos da obra de Deus, uma vez que nosso Mestre, Jesus, já nos garantiu: “As portas do inferno não prevalecerão contra a minha igreja”. O que queremos é evitar que qualquer crente sincero venha, de qualquer maneira, cooperar com as hostes do inferno. Aproveitamos também para conclamar todos a orar e a jejuar por esta e por todas as igrejas evangélicas de nossa cidade e do nosso país.
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