Jesus afirmou que aqueles que deixassem todos os relacionamentos e todas as propriedades materiais em segundo plano para tê-Lo como verdadeiro Senhor receberiam, já nesta vida, o cêntuplo de tudo a que renunciassem, inclusive mães (Mc 10.28-30). Como é que alguém pode ter cem mães?
Uma pista nós encontramos em (Gl 4.19) onde o apóstolo Paulo diz sentir-se como a mãe dos cristãos da região da Galácia. Isso nos dá a entender que deve reinar nas igrejas certo amor como o amor materno. É um “amor materno” que pode fluir de corações masculinos. Mas, aqui pra nós, ninguém pode exercer o amor materno tão bem como as mulheres! E aí, até as irmãs que nunca tiveram filhos contribuem, de maneira excepcional, com sua parcela de “amor materno” para o somatório desse amor que deve existir em nossa comunidade.
Vamos mais fundo nessa questão? As mulheres que nunca tiveram filhos (e, talvez, nunca venham a tê-los) e até os homens podem e devem contribuir para que cada igreja local viva imersa na maravilhosa atmosfera de amor maternal. Mas nossa fonte de referência e de inspiração com respeito a esse amor são as próprias mães. Então elas, as mães, além do papel de enorme importância que desempenham na sociedade humana em geral, são uma fonte de inspiração e um manancial de amor em suas respectivas igrejas. Portanto, OBRIGADO, MAMÃES, PELO QUE VOCÊS SÃO E PELO QUE REPRESENTAM!
Por falar em amor, acho muito feliz a comparação entre o amor de Deus e a luz. Sabemos que quando a luz passa por algum prisma, ela se decompõe nas cores do arco-íris. Essa é uma experiência que a gente faz na escolinha. Faz a luz passar pelo prisma e vê se formar em volta algo semelhante ao arco-celeste. Depois, a gente pega uma placa em forma circular, com as cores do arco-íris e a faz girar: o círculo fica branco. A ideia é considerar as diferentes formas de amor, amor conjugal, amor maternal, amor filial, amor fraternal, etc, como sendo partes do amor de Deus, como as cores do arco-íris são partes da luz branca. Mas todo o amor verdadeiro vem de Deus. A Bíblia diz que “Deus é amor” (I Jo 4.8). Diz também que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”(Jo 3.16). Renda-se a esse amor. Seja um instrumento desse amor!
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