Muitas mães e também alguns pais têm o hábito de mandarem os filhos de joelhos de castigo, quando cometem alguma travessura ou alguma desobediência.
Quando os pais são cristãos, ocorre que às vezes eles tentam unir o ÚTIL AO DESAGRADÁVEL e obrigam os filhos que já estão de joelhos, de castigo a aproveitarem o tempo orando. Parece que eles se guiam pelo velho ditado: “ajoelhou tem que rezar”.
Aparentemente a ideia até que é boa: O filho já está de joelhos mesmo, por causa do castigo, então que aproveitem o tempo orando.
Mas há um problema sério aí. Sabe qual é? É associar a ideia de castigo à oração. Oração e castigo não tem nada a ver. Os filhos não podem crescer tendo a ideia de que oração é castigo.
Há até igrejas cristãs que reforçam a filosofia de que oração é castigo. Quando alguém confessa um pecado, ordena-se a ele que repita certas orações por um número de vezes que é proporcional à gravidade do pecado cometido. Pecado leve, pouca oração. Pecado grave, muita oração.
Existem cristãos, evangélicos que, se souberem que o culto vai começar com oração, só chegam na igreja depois que terminam o período de oração. Há outros que sempre acham uma desculpa para sair do templo quando se convoca a congregação para orar. Dá logo uma sede ou uma vontade incontrolável de ir ao banheiro.
Gente! Oração não é castigo, é bênção. Há muitas pessoas por aí pagando caro para serem ouvidos por um psiquiatra, psicólogo ou conselheiro. Boa parte do tempo das consultas dessa natureza é gasta simplesmente com o paciente falando. O conselheiro pede ao paciente que fale. Que abra o coração, e só em fazer isso o consulente já se sente melhor. Tudo o que a pessoa necessitava era de desabafar, ser ouvida por alguém.
Amigos, o melhor conselheiro, o melhor confidente que nós podemos ter, é o próprio Deus. E ele não cobra nada para nos ouvir. Na verdade Ele até paga para nos receber em nosso consultório.
Fale com Deus, abra o seu coração para Ele, não faça cerimônia. E saiba que orar é isso: É falar com Deus aquilo que a gente tem necessidade de falar. Não é ficar repetindo palavras que outras pessoas determinaram que falássemos. Não é ficar repetindo e repetindo coisas monótonas, sem muitas vezes refletir ou mesmo saber o que se está dizendo.
A oração deve ser dirigida à pessoa certa. Jesus nos ensinou dizendo: “Quando orardes, dizei: Pai nosso que estais no céu”. Ore a Deus, ore ao Pai celestial e a mais ninguém.
Ore com base nos merecimentos de Jesus, o Filho de Deus que morreu por nós. Não ore confiando nos merecimentos de você mesmo. É isso que significa orar em nome de Jesus. Jesus nos diz em João 14.13: “E tudo o que pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no filho”.
Adquira o hábito de orar sempre. Quando tudo for bem, e quando nem tudo estiver bem. Pela manhã, à tarde e à noite. Em casa, na igreja, na rua, na condução e no trabalho. Em todos os dias da semana. Com os olhos fechados e com os olhos abertos. De joelhos, em pé, sentado, deitado, parado ou andando. Ore pedindo. Ore dando graças, ore adorando. Ore intercedendo.
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