I. Princípios gerais
1. Deus é santo e soberano e estabelece as regras de como as pessoas devem relacionar-se com Ele – Nm 18.7; Hb 5.4.
2. Por decisão do próprio Deus há pessoas que têm melhor acesso a Ele – Dt 18.5.
3. Deus aceita que os que têm melhor acesso intercedam pelos outros. Os intercessores são também chamados de sacerdotes – Jó 42.8.
4. Aspectos do ofício sacerdotal. preparo das pessoas e do próprio sacerdote para serem aceitos por Deus e apresentação do Sumo Sacerdote diante de Deus representando também o povo – Levítico, capítulos 1 a 10, 12 a 14, 16.
II. Aspectos do ministério sacerdotal do antigo testamento
1. Somente os levitas e, entre estes, só os descendentes de Arão, podiam exercer o ministério sacerdotal – Números, capítulos 16 a 18.
2. Os demais sacerdotes auxiliavam ao Sumo Sacerdote e os demais levitas auxiliavam aos sacerdotes – Nm 3.1-10.
3. Havia diversos tipos de oferta. pelo pecado, da ação de graças, primícias, votos e outros – levítico, capítulos 1 a 7.
4. Os sacerdotes, diretamente ou através dos seus auxiliares, intermediavam (ministravam) a entrega de ofertas do povo a Deus – idem.
5. Os sacerdotes e levitas gozavam de expressivos privilégios (honra diante de Deus e diante dos homens, provisões especiais determinadas por Deus), mas também eram mais cobrados (não tiveram direito a receber posse na divisão da terra de Canaã, os sacerdotes não podiam casar-se com qualquer pessoa e o Sumo Sacerdote não podia ir ao enterro de qualquer parente, por mais chegado que lhe fosse) – Lv, cap. 21, Dt 18.1-4.
III. O sacerdócio do novo testamento
1. Só há um único Sumo Sacerdote e Ele jamais será substituído por outro. O nome d’Ele é Jesus Cristo – Hb 7.22-24.
2. Nosso Sumo Sacerdote ofereceu a Deus um único e perfeito sacrifício e está no verdadeiro lugar santíssimo, no céu, para sempre – Hb 9.11, 12.
3. Os homens e mulheres que se achegam a Deus confiados no Sumo Sacerdócio de Jesus, passam a fazer parte do Corpo místico d”Ele, a Igreja, e são feitos sacerdotes para Deus – I Pe 2.9; Ap 5.9,10.
4. O sacrifício eterno de Jesus garante a aceitação de nossas ofertas e estas podem ser oferecidas diretamente ao Pai, sem intermediários humanos – Rm 12.1; Hb 13.15; I Pe 2.5.
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