I – CONCEITOS BÁSICOS
1. O que é: A consciência de que todos os bens materiais que estão sob nosso “controle”, tais como salário, saldos bancários, bens móveis e imóveis, nada é nosso e, sim, de Deus. A nós cabe, apenas, administrá-los para a glória do Senhor. Ver I Crônicas 29.10-14; Lucas 12.16-21.
2. Como se expressa: Administração sábia dos bens que o Senhor nos confia. Isto inclui:
2.1 Evitar desperdício – Jo 6.10-12; Mt 7.10.
2.2 Ser fiel nos dízimos e generoso nas ofertas – Ml 3.8-10.
2.3 Ser hospitaleiro – Hebreus 13.2.
2.4 Socorrer a quem precisa de ajuda – Mt 5.42; Rm 12.13; Lc 10.30-37.
2.5 Emprestar a quem não pode pagar – Lc 6.30-35.
3. O sentimento que deve acompanhar, sempre, nossas ofertas a Deus e nossa contribuição para a filantropia: ALEGRIA – II Co 9.7.
4. Nosso principal exemplo de generosidade e prazer de compartilhar: Deus. At 17.25; I Tm 6.17.
II – ERROS A SEREM EVITADOS
1. Imaginar que Deus fica nosso devedor quando somos bons mordomos – Lc 17.7-10; Rm 11.34-36.
2. Fazer o bem motivado pela expectativa da recompensa imediata – Lucas 14.12-14. Atenção: É certo que Deus, por sua fidelidade, abençoa a quem é generoso (Lc 6.38). No entanto, nosso prazer deve ser o de ter mais para dar mais e não para gastarmos em nossos deleites (Tiago 4.1-3).
3. Fazer o bem somente a quem julgamos merecedor de nossa ajuda – Mt 5.43-48.
4. Abrigar em nosso coração, sob qualquer pretexto, a terrível AVAREZA! Lc 12.15; I Co 6.10; Ef 5.3; Cl 3.5.
III – CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DE QUEM SERVE A DEUS
1. O ato de fazer oferendas a Deus vem dos primórdios da história humana – Gn 4.3, 4; 8.20-22.
2. A prática de entregar dízimos é anterior à Lei de Moisés – Gn 14.18-20; 28.20-22.
3. Os dízimos foram incentivados pelo próprio Senhor Jesus – Mt 23.23.
4. Ainda hoje Jesus recebe dízimos – Hb 7.5-8.
5. As contribuições do Antigo Testamento excediam, em muito, os dízimos – Ex 36.5, 6; Lv 19.9, 10; I Cr 29.1-10;
Ne 10.32-39.
6. O povo de Israel: ainda hoje uma prova da fidelidade de Deus (apesar de tudo, continua sendo o povo mais rico do mundo)
7. Novo Testamento não temos a obrigação de dar dízimos: sentimo-nos constrangidos a dar tudo o que somos e o que temos; II Co 5.14; 8.5; Fp 2.5-8, Fm 18, 19.
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