I – RIQUEZAS DAS CARACTERÍSTICAS INTRÍNSECAS DO LIVRO
DE NÚMEROS
1. A partir do nome original do livro, “b’midibar” (“no deserto”) a lembrança de que Deus aproveita circunstâncias adversas para nos ensinar.
2. Do nome em Português e de sua correspondência com o conteúdo do livro, a lição de que Deus pode valorizar coisas que não imaginávamos (estatísticas, repetições, desafios à atenção, etc).
3. A introdução de conceitos que devem nos acompanhar na leitura de toda a Bíblia: toda a Escritura é útil (II Tm 3.16), a Palavra de Deus tem sempre surpresas próprias de um livro vivo (Hb 4.12).
II – O QUE OS NÚMEROS DE “NÚMEROS” NOS DIZEM
1. O Deus da Bíblia valoriza o planejamento. Em consequência disso, Ele valoriza também a ordem e a disciplina – Mc 6.39-44.
2. Repetições, conquanto às vezes sejam monótonas, podem ser importantes para a clareza e para a certeza – Fp 3.1.
3. Quando encontrarmos dados estatísticos na Bíblia, devemos procurar entender o porquê de eles estarem ali.
III – ALGUMAS LIÇÕES ESPECÍFICAS DAS ESTATÍSTICAS DE
NÚMEROS
1. Rubem era o filho primogênito, sua primeira geração foi numerosa (Gn 46.9), no entanto sua tribo não era a mais poderosa numericamente falando (Nm 1.21). Certamente, isso tinha a ver com o grave pecado que cometeu quando jovem (Gn 49.3, 4).
2. O contrário aconteceu com os descendentes de Judá e de José (Gn 46.12, 27; Nm 1.27, 33-35; 26.22, 34-37). Em José se vê o valor da retidão (Gn 39.7-9). Em Judá o do arrependimento (Gn 44.16-34; 38.26).
3. A subdivisão dos descendentes de José em duas tribos reforça a verdade de que ele, de fato, passou a ser o primogênito de Jacó (Dt 21.17; I Cr 5.1).
4. Na marcha pelo deserto, os grupos mais numerosos protegiam os de menor força numérica – Nm 2.9, 16, 24, 31.
5. A quase exata correspondência entre o número de primogênitos e de levitas fala da justiça divina – Nm 3.39-45.
IV – REVELAÇÕES ACERCA DO NOSSO RELACIONAMENTO COM
DEUS
1. Sua centralidade, mostrada no posicionamento do tabernáculo entre
as demais tendas – Nm 1.50-54.
2. A importância da avaliação correta das bênçãos que recebemos de Deus – Nm 1.46; 31.25-47.
3. A importância do valor daquilo que damos para Deus – Nm 7.1-88;31.48-54.
4. A Trindade Divina tem interesse em abençoar o seu povo – Nm 6.24-26.
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