I – DISTORÇÕES DE NOSSO TEMPO
1. Quase todas as anedotas e programas humorísticos têm a ver com sexo, muitos deles com o homossexualismo.
2. Boa parte das músicas, inclusive das que são “tocadas” em qualquer ambiente e em qualquer horário, falam desse tema e de maneira escrachada.
3. O sexo está presente nos filmes, nas propagandas, entrevistas, enfim, parece que ele é presença obrigatória em todo o tipo de comunicação.
4. Como causa e efeito de tudo isso, há uma “indústria do sexo”, movimentando milhões e milhões de reais, usando a internet, revistas, sex shops, motéis, “empresas de sexo”, e várias outras coisas do gênero.
5. A imprensa, as escolas e o governo fazem tudo para que a atividade sexual seja vista como uma coisa banal.
6. Os solteiros, mesmo os de pouquíssima idade, os viúvos e os descasados estão encontrando grande dificuldade para manter-se abstêmios. Às vezes perdem o controle e fazem o que não devem, ou se casam, só por causa do sexo e se dão muito mal.
7. Os casados, ou entram numa atividade sexual desenfreada, muitas vezes recorrendo a práticas danosas para suas vidas, ou ficam frustrados por não conseguirem andar no “ritmo da moda”.
II – COMO OS QUE NÃO ESTÃO CASADOS DEVEM LIDAR COM O SEXO
1. Conscientizando-se de que, SIM, é possível viver sem sexo – I Ts 4.3, 4; II Tm 2.20-22.
2. Conscientizando-se de que a atividade sexual não é uma coisa banal, ou seja, ela não se restringe ao nosso corpo, mas envolve nossa alma e tem reflexo em nosso espírito. I Co 6.15-20.
3. Entendendo que a atividade sexual envolve nossa “máquina reprodutora” que, como qualquer outra, depende de três coisas: manutenção, acionamento e energia. No caso presente, manutenção está ligada à saúde; acionamento são os estímulos e a energia tem a ver com a fisiologia e, consequentemente, com o ritmo de cada um. Estímulos e ritmo são coisas administráveis. Sl 101.3; Rm 8.13.
4. Estando preparado (a) para receber a seguinte verdade: o sexo é muito importante para quem já está casado. Mas jamais deve ser o motivo para que alguém se case. O sexo, sozinho, jamais será suficiente para manter um casamento de verdade.
5. Não se iludindo a respeito do seguinte fato: os desafios para quem está casado, com respeito à pureza sexual, são tão grandes, talvez maiores do que para quem não está casado.
III – COMO OS CASADOS DEVEM LIDAR COM O SEXO
1. Entendendo que ele não é suficiente para manter um casamento, mas que a falta dele pode prejudicar a união conjugal, às vezes de maneira fatal – I Co 7.5.
2. Colocando-o como uma maneira de abençoar seu cônjuge e de fortalecer a união conjugal. Em consequência disso, buscando um ajuste entre o ritmo de ambos. I Co 7.3, 4.
3. Desistindo de acompanhar o ritmo desenfreado das pessoas do nosso tempo. I Pe 4.3,4.
4. Entendendo que a busca do prazer pelo prazer é um poço sem fundo. “Um abismo chama outro abismo”. Rm 8.5-9.
IV – MAIS CONSELHOS AOS QUE NÃO ESTÃO CASADOS
1. Homem: se você não sabia, saiba que muitas mulheres, hoje em dia, têm uma atitude agressiva com relação ao sexo. Prepare-se para estar na defensiva (Gn 39.7-13; Pv 7.1-27; II Tm 2.22).
2. Mulher: nunca imagine que uma “pequena aventura sexual” sairá barato para você. Tenha, também, cuidado com falsas juras de amor – Gênesis, capítulo 34; II Sm 13.1-19.
3. Homens e mulheres: cuidado com situações de risco – Pv 6.27, 28.
V – MAIS CONSELHOS AOS QUE ESTÃO CASADOS
1. A atividade sexual exercida entre pessoas que se amem verdadeiramente e, portanto, tenham compromisso um com o outro para a vida e para a morte, pode e deve glorificar a Deus (I Co 10.31). Se, se perde isso de vista, pode-se resvalar para a luxúria, mesmo dentro do casamento, e culminar com esse pecado fora do casamento.
2. Tendo em vista o que foi dito acima, cuidado com a frequência a motéis e ao uso de outros “recursos”, como material pornográfico e outros, mesmo com a aparente boa intenção de “melhorar o casamento”.
3. Cuidado com assédios. Evitem comparações injustas de outras pessoas com o seu cônjuge.
4. Um último fator a ser mencionado: o medo da gravidez. É preciso ter fé para lidar com isso também (Sl 127). Contraceptivos podem ser úteis, mas podem também prejudicar muito um casamento.
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