Brasília, 30 de maio de 1999.
“Ao contrário do que previam economistas, o PIB do Brasil não vai cair 6% nem a inflação chegará a 70% ao ano. O país não só escapou do desastre como 1999 pode vir a ser um ano de crescimento econômico.”
Os analistas erravam feio ao deduzir que a história se repete e que o Brasil enfrentaria uma crise igual à da Rússia ou a da Tailândia. A economia se mostra mais sólida do que imaginavam até os mais otimistas (Jornal Folha de São Paulo, 16 de maio de 1999).
O que fez com que os analistas errassem feio foi a oração do povo de Deus. A última palavra não está com os analistas, nem com os governantes, nem com os empresários, com ninguém mais a não ser Deus e seu povo.
Neste tempo de desemprego alto, salário baixo, péssima distribuição da renda nacional, escândalos na área política, violência urbana assustadora, o remédio é só um: oração, ao invés de falar mal dos governantes, é melhor orar por eles (I Tm 2.1-3). Ao invés de passar o tempo nos lamentando e semeando descontentamento, é melhor falar do poder de Deus e disseminar esperança e paz.
Nunca é demais repetir II Crônicas 7:14a: “Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”.
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