Brasília, 01 de abril de 1990.
A propósito da má fama que tem o dia 1º de abril, a mocidade atribuiu ao culto o título de “culto do dia da verdade”. É verdade: tanto aprenderemos coisas novas hoje como receberemos um reforço naquelas que já sabemos, tudo para honra e glória de Deus.
Assim é a mocidade, criativa, enérgica e diferente em função de fatores biológicos e ambientais. Os jovens não são obrigados a serem iguais aos adultos, nem às crianças. Têm o direito de serem diferentes.
Dizem que gosto não se discute. É muito difícil uma pessoa adulta gostar de tudo o que os jovens gostam. Mas nem por isso se pode dizer que o gosto deles é pior que o dos adultos. A coisa se complica quando se tratada realização de um culto entre jovens e adultos. Mas, o que é a vida cristã senão isso mesmo: um grupo de pessoas diferentes em termos de raça, classe social, sexo e até idade mais homogênea quanto à fé em Deus e ao amor devotado a esse Deus que nos fez diferentes? O culto de hoje é uma boa oportunidade para nos exercitarmos nisso.
O pastor aproveita essa oportunidade para, em nome da mocidade, solicitar mais companheirismo por parte dos adultos, especialmente nas reuniões dos sábados à noite. Os jovens necessitam e merecem o apoio de seus pais e de todos nós.
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